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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Segunda temporada de The Newsroom - crítica




Segunda temporada de The Newsroom  encerra com mais erros que acertos..


Se não primeira temporada o ufanismo e a retorica do nós(ACN) contra eles(a imprensa vendida e o Tea party, republicanos) foram exageradas e houve ate um meá culpa do criador Aaron Sorkin sobre o assunto e falta de uma visão do lado contrario.
Nesta o drama e a ficção bateram forte.
A historia de fundo era uma matéria falsa criada e acobertada por um jornalista da ACN na ansiá de um sucesso que derrubasse governos.
Os relacionamentos amorosos ficaram em segundo ou terceiro plano.

A luta por um jornalismo integro e "fora da caixa"* foi substituída por uma reportagem de ficção(que no fim era ficção ao quadrado), ao contrario da primeira temporada onde a a base eram noticias reais e comentários reais..

A briga entre a direção do grupo ACN(CEO Reesse) e a redação praticamente sumiu, sendo que no fim, viraram praticamente amigos.
Faltou ainda falar mais da Eleição(a temporada se passa no período da reeleição de Obama). Que tinha mais a ver com a série e tanta historia boa a ser contada.

De bom as participações de Marcia Gay Harden(advogada deles) sexy e sensual e inteligente, Constance Zimmer(porta voz  republicana) muito boa como antagonista de Jim o redator da ACN, fora o elenco original Sloan (Olivia Munn) cativante, a dupla Sam Waterston(presidente do canal) e Jane Fonda(a dona), e Jeff Daniels e Emily Mortimer.

Faltou roteiro, faltou gás e faltou dar liga..

Neste momento ainda não existe uma definição se haverá ou não uma terceira temporada..
A HBO ainda não teria decidido. http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/09/1338061-critica-serie-newsroom-fecha-temporada-mais-realista.shtml
Se houver espero que a série mude(outra vez) de rumos pois assim ela não merece ainda um lugar no topo das melhores.

*"Pensar fora da caixa, Ou Pensar Sem Limites".

terça-feira, 16 de junho de 2009

Chegou ao fim a nova versão de Cupid.

Chegou ao fim a nova versão de Cupid. Uma série com um grande potencial, mas que não soube seguir o caminho certo.


E terminou a segunda tentativa de Rob Thomas de conseguir sucesso com Cupid.

A primeira tentativa aconteceu no final da década de 90, quando foi ao ar uma (posteriormente cultuada) 1ª versão. Estrelada por Jeremy Piven, a série durou apenas 15 episódios.
Depois de se enveredar por outros projetos (o mais famoso, Veronica Mars), ele volta a tentar emplacar a história de Trevor (dessa vez interpretado por Bobby Cannavale, de Will & Grace), que afirma ser o Cupido, deus romano do amor, enviado do Olimpo por Zeus. Segundo Trevor, para poder retornar ao Olimpo, ele tem que conseguir juntar 100 casais. Mas não basta qualquer casal, são necessários pares perfeitos, pré-destinados a estar juntos.
Com essa história ele acaba indo parar numa Instituição para doentes mentais. Alguns meses de tratamento depois,  sem representar perigo a ninguém, ele está pra ser liberado sob a condição de continuar se tratando com um psiquiatra, a Dra. Claire (Sarah Paulson, de Studio 60 on the Sunset Strip).

Cupid despede-se das telas da ABC pela segunda vez em pouco mais de dez anos. Infelizmente, a série de Rob Thomas (Veronica Mars) foi uma das desilusões da temporada.
O pior e que eu achei bem legalzinha a série!
TEXTO do BLOG 
http://blognatv.com/blog

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